Em teu corpo pouso meu olhar
Todo ele é o meu mundo natural,
Aprecio cada lugar nele esculpido
Não existe outra beleza igual.
Em teus olhos fixo os meus
Neles há coisa que me atrai,
Fico sem jeito e tremendo
De meus poros o suor sai.
Coloco a palma da mão
Em tuas duas montanhas,
Por lá ficam por algum tempo
Com teu olhar tu me assanhas.
Descendo vão pela planície
Onde se encontra o umbigo,
Penetram no matagal
Onde se encontra um abrigo.
É entre as tuas pernas
Que esse abrigo eu vejo,
Assim como na tua boca
Lá coloco o meu beijo.
Depois fico mirando
Essa gruta bem moldada,
Minha mão a carícia
Ela fica toda molhada.
Convida-me a penetrar
Em seu interior e conhecer,
Toda sua profundidade
Deixa-me louco de prazer.
Por uns momentos lá fico
Num vai e vem sem cessar,
Quando tenho de sair...
Com esse lugar... fico a sonhar!
Todo ele é o meu mundo natural,
Aprecio cada lugar nele esculpido
Não existe outra beleza igual.
Em teus olhos fixo os meus
Neles há coisa que me atrai,
Fico sem jeito e tremendo
De meus poros o suor sai.
Coloco a palma da mão
Em tuas duas montanhas,
Por lá ficam por algum tempo
Com teu olhar tu me assanhas.
Descendo vão pela planície
Onde se encontra o umbigo,
Penetram no matagal
Onde se encontra um abrigo.
É entre as tuas pernas
Que esse abrigo eu vejo,
Assim como na tua boca
Lá coloco o meu beijo.
Depois fico mirando
Essa gruta bem moldada,
Minha mão a carícia
Ela fica toda molhada.
Convida-me a penetrar
Em seu interior e conhecer,
Toda sua profundidade
Deixa-me louco de prazer.
Por uns momentos lá fico
Num vai e vem sem cessar,
Quando tenho de sair...
Com esse lugar... fico a sonhar!









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